Folhagem verde que surge do topo da página

COLEÇÃO

DEVIR

cONTEMPLE fORMAS E CORES NATURAIS

Coleção de assemblagem com folhas despejadas por árvores encontradas em parques e condomínios de Florianópolis – Santa Catarina..

Figueira de Goa

Com a caixa acrílica:
26 x 32 x 6,5 cm

CIPÓ DE JADE

Com a caixa acrílica:
23,5 x 32,7 x 6,5 cm

FIGUEIRA BRANCA

Com a caixa acrílica:
44 x 54 x 11 cm

GOIABEIRA

Com a caixa acrílica:
22 x 27 x 4,5 cm

CLUSIA

Com a caixa acrílica:
26 x 32 x 6,5 cm

PAINEIRA

Com a caixa acrílica:
26 x 32 x 6,5 cm

KACHNAR

Com a caixa acrílica:
26 x 32 x 6,5 cm

amendoeira

Em estudos. Resultados
em breve.

abacateiro

Em estudos. Resultados
em breve.

buxo

Em estudos. Resultados
em breve.

PLANCHONELLA

Em estudos. Resultados
em breve.

OLEANDRO

Em estudos. Resultados
em breve.

sOBRE A COLEÇÃO DEVIR

Pesquisa e formatação

A coleção Devir nasce da observação das folhas como matéria, vestígio e linguagem. Criadas a partir de folhas naturais cuidadosamente selecionadas, secas e preservadas, as obras transformam elementos orgânicos em composições tridimensionais que evocam movimento, silêncio e contemplação.

Cada peça respeita as formas originais das folhas, suas nuances cromáticas, veios, ondulações e imperfeições. Em diálogo com o design biofílico, a coleção propõe uma aproximação sensível com a natureza, trazendo para os espaços uma presença orgânica, meditativa e silenciosamente expressiva.

A pesquisa vem sendo aprofundada por leituras sobre inteligência vegetal, percepção da natureza e observação das árvores, incluindo autores como Stefano Mancuso e Tristan Gooley. Em Devir, observar uma folha torna-se também uma forma de observar o tempo, os ciclos naturais e nossa relação com o mundo.

aspectos técnicos

As obras são desenvolvidas por meio da técnica de assemblage, com folhas naturais aplicadas manualmente sobre tela ou base de madeira.

Cada peça reúne, em média, de 150 a 300 folhas, passando por seleção, secagem, organização cromática e fixação cuidadosa.

Medidas aproximadas: 20 x 30 cm
Formatos maiores podem ser desenvolvidos mediante encomenda ou projeto específico.

Apresentação e preservação

Por serem objetos tridimensionais, com elementos naturais em relevo, as obras são apresentadas em caixas de acrílico ou madeira, que protegem a composição e valorizam sua profundidade visual.

Sustentabilidade

A coleção parte do reaproveitamento de folhas naturais, muitas vezes encontradas já caídas, transformando matéria orgânica efêmera em obra permanente. Cada peça carrega uma ética de cuidado, escuta e atenção àquilo que a natureza já ofereceu.

Eu acho essa versão bem mais “lível”. Ela tem respiro, não parece textão, e ainda passa conceito, técnica, pesquisa e valor artístico.
Para portfólio visual, eu deixaria o primeiro bloco com mais destaque e colocaria os demais como textos menores ao lado das imagens ou em página seguinte.

Figueira de Goa despeja suas folhas sobre o deck

Simone Alves

Simone Alves desenvolve uma pesquisa artística voltada à relação entre natureza, memória e transformação. Desde a infância, encontrou nas árvores e nas folhagens uma fonte recorrente de observação e inspiração, desenhando seus contornos, ritmos e formas orgânicas.

Estudou na Escola Pan-Americana de Artes de São Paulo, onde aprofundou seu contato com desenho, pintura e composição visual. Sua formação em Análise de Mercado contribuiu para ampliar seu olhar sobre a arte também como experiência sensorial, espacial e simbólica, aproximando sua produção de temas como design biofílico, neuroarquitetura e contemplação.

Ao longo de sua trajetória, transitou por diferentes linguagens criativas, incluindo artes visuais, pintura, música, canto coral e estudos ligados à percepção estética. Essa formação múltipla compõe a base de sua pesquisa atual.

Na série Devir, a artista retorna às folhas e às árvores como matéria, símbolo e território afetivo. Suas obras utilizam folhas naturais secas em composições que investigam o tempo, a impermanência, os ciclos da natureza e a possibilidade de transformar vestígios orgânicos em paisagens sensíveis. A série marca um reencontro com sua conexão mais profunda com a arte, a natureza e a própria subjetividade.

Simone Alves, sorridente, vestida de gola rolê preta, com rosto parcialmente coberto por longa franja preta, com óculos de leitura na cabeça.

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(48) 98821-2667

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